por Célio Pezza* Ela era uma das últimas árvores. Estava seca, sofrida, e seus galhos, sem folhas, se quebravam a qualquer movimento. Fazia tempo que não chovia naquele mundo e toda a exuberância verde do passado só existia na sua memória. Suas raízes buscavam nas profundezas qualquer resto de umidade,continue lendo →