Estreia Risco no Alasca [TV]

Temperaturas abaixo de zero, ventos a mais de 160 km por hora e 50 mil volts de corrente elétrica. Essas são algumas das condições de um trabalho considerado um dos mais perigosos do mundo, e que fazem parte de um dia normal para um grupo de elite: os profissionais das companhias de energia elétrica do Alasca. A nova série do HISTORY, Risco no Alasca (Power & Ice) acompanha o dia a dia de profissionais altamente qualificados, de três companhias de energia elétrica, que arriscam suas vidas para levar eletricidade e calor aos locais mais remotos do estado. O negócio de distribuição de energia elétrica no Alasca é muito competitivo e multimilionário.

Risco no Alasca apresenta os dramáticos esforços diários dos funcionários das companhias Alaska Line Builder, Electric Power Constructors e City Electric. Eles fazem reparos, constroem e cuidam da manutenção da frágil rede elétrica que percorre montanhas, penhascos, vales e rios congelados. De reparos em circuitos elétricos aéreos a tarefas congelantes em nevascas, esses homens precisam dar seu máximo para sobreviver a cada dia. Apenas para chegar aos locais de trabalho, eles enfrentam uma combinação de estradas de gelo, aviões florestais e caminhadas em quilométricas trilhas de neve.  A série acompanha cada trabalho desde o começo, incluindo logística, planejamento e execução. E mostra ainda a etapa de atribuição das tarefas, um processo que se assemelha ao pôquer de altas apostas, pois nunca sabem o que lhes esperam.

Apesar dos riscos, esses profissionais sabem que deles dependem muitas vidas  – quando a energia cai durante uma grande tempestade de inverno, por exemplo, pessoas  podem congelar até morrer. No episódio de estreia, Avalanche, as três empresas se esforçam para manter o fluxo de energia no Alasca. Os trabalhadores devem enfrentar temperaturas extremas, avalanches e a ameaça constante de eletrocussão (morte por descarga elétrica). Vale a pena arriscar suas vidas para continuar gerando energia?

ESTREIA: 6/10, sábado, 22h40

Classificação indicativa: 10 anos

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