A água engarrafada nem sempre é mais pura do que água da torneira, já que a mesma é controlada regularmente para ver está livre de qualquer produto químico nocivo e presença bacteriológica, sendo muitas vezes rotulada como insegura devido ao sabor desagradável causado pelo cloro na água, que pode desaparecer adicionando uma fatia de limão.Vale lembrar que em regiões onde a água é rica em nitratos, é melhor beber água engarrafada.
Refrigerantes não são recomendados quando estamos com a sensação de “queimação no estômago” já que provocam uma hiper secreção de ácido no estômago que só agrava a situação.
Bebidas de cor laranja nem sempre são boas para a saúde por serem compostas utilizando a polpa da laranja, já que a quantidade de polpa é muito baixa em comparação com a quantidade de água, açúcar, aromas, aditivos alimentares e corantes presentes na mesma.
Não é ok para crianças beberem refrigerante, já que 1/2 garrafa de coca-cola contém tanta cafeina quanto uma xícara de café 50:50 Arábica e Robusta, uma mistura que contém uma grande quantidade de cafeína.
Uma lata de coca-cola tem aproximadamente 34,5mg de cafeína, já uma lata de coca-cola diet contêm cerca de 40% a mais de cafeína por ml.
Café e Chá são diuréticos que provocam a eliminação de água do corpo, é falso afirmar que ajudam a perder peso, pois não eliminam a gordura.
Uma xícara de chá tem quase a mesma quantidade de cafeína que uma xícara de café, o que difere é a tolerância de cada indivíduo à cafeína do chá e à cafeína no café.
Aos 30&Alguns é sempre bom compartilhar informação.
Thereza Santos, intelectual, professora, publicitária, escritora, diretora de teatro e carnavalesca, um dos nomes mais importantes e influentes no Movimento Negro Brasileiro,doou diversos objetos de arte da cultura africana e livros ao Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Universidade Federal de São Carlos.
“Todos o material doado foi adquirido ao longo da vida de Thereza Santos, em suas viagens à África, e retratam a sua trajetória de luta pelo reconhecimento e pertencimento à identidade étnicorracial.”
A Coleção lançada pela UFSCAR é composta por esse material e faz parte da Unidade de Ensino, Informação e Memória (UEIM) da UFSCar e será aberta ao público, para visitação e consulta, em 2010.
“Um trabalho desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSCar pesquisou as contribuições didático-metodológicas de Thereza Santos para a educação das relações étnicorraciais, iniciativa premiada no Concurso Nacional de Monografias 2009, promovido pela Coordenação de Educação a Distância da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e com o Ministério da Educação. O estudo, de Evaldo Oliveira, analisou trechos do livro escrito por ela – “Malunga Thereza Santos – a história de vida de uma guerreira” – e apontou a importância da obra como ferramenta pedagógica para o ensino da diversidade. O livro foi publicado pela EdUFSCar e pode ser encontrado na Livraria da Editora, na área Norte do campus São Carlos da UFSCar, ou pelo site www.editora.ufscar.br.”
O trabalho da Unidade UEIM pode ser conferido também pelo site www.ueim.ufscar.br.
Nessa nossa viagem por Miami, nos E.U.A, o professor bilíngüe Marcello Gomes, nos dá excelentes dicas de lugares que não podem passar em branco em uma visita a cidade.
Lincoln Road – localizada em South Beach (SOBE) em Miami Beach na Flórida, é um conjunto de quadras, em torno de 12 (+ ou -), localizada ao sul da 16th Street. Há muitosrestaurantes, lojas finas e modernas, cafeterias e butiques. Para quem gosta de eletrônicos, há uma loja da Apple.
“Gente bonita e sarada e o que não falta. Ali também tem a lojinha da Apple, vai passando e levando uns iPods ou iPhones, se desejar.” – Marcello Gomes
Washington Avenue – ponto principal de negócio em Miami Beach, com vários edifícios Art Deco. O George Washington Hotel foium dos primeiros hotéis a serem construídos na área (1924). Na avenida há shoppings para todos os gostos. Quem quiser dar uma olhada nas mansões dos famosos pode fazer um passeio de lancha, o Power Boat.
“Deve-se visitar o Delano Hotel e comer um sushi ou tomar uns drinques no barzinho e sentar-se nas poltronas ou sofas comfortáveis do hotel – dentro do hotel ainda você encontra umas lojinhas.” – Marcello Gomes
Miami Seaquarium – num paraíso tropical de 15.38 hectares, ao sul da Florida, local onde você pode ver atrações com golfinhos, baleias, leões marinhos, tartarugas ameaçadas, um parque de divertimento marinho com oito exposições diferentes de animais marinhos e apresentações diárias.
Children’s Museum - localizado na Watson Island, em 5.249m2, inclui 12 galerias, salas de aulas, centro de recurso para pai/professor, presentes educacionais para crianças, auditório com capacidade para 200 pessoas e restaurante. O museu ainda oferece centenas de exibições com interação bilingües; programas e aulas relacionadas às artes, cultura, comunidade e comunicação.
“Para quem tem filhos com até 10 anos de idade tem o Children’s Museum, que é super-maneiro e cheio de atividades para manter a garotada entretida por horas. Do outro lado da Estrada, tem o Parrot Jungle que tem pássaros exóticos jogando bola, dançando, cantando, etc”. – Marcello Gomes
Sawgrass Mills Malls – é o maior shopping varejista e centro de divertimento da Flórida, apesar de bão ser em Miami e sim em Sunrise, cerca de 24.14km a oeste de Fort Laudardale, se você tiver tempo, esse é um passeio que não irá se arrepender, ainda mais se sua intenção é fazer compras. O shopping possui mais de 350 lojas de marca como Nordstrom Rack, The Gap Outlet, OFF 5th Saks Fifth Avenue Outlet, entre outros.
Marcello ainda recomendao para aqueles que gostam de comer e ouvir uma boa música ao vivo, ir para Coconut Grove, no “Monthy’s”, outro programa que pode ser interessante é ver os Cruzeiros saindo do porto de Miami, no fim da praia de South Beach que por sinal, a água é morna e bem azulada e você ainda encontra pessoas jogando futevôlei.
Quando perguntei a respeito do policiamento, sua resposta foi:” Policiamento eu diria que está muito bom, perto do Brasil, isso aqui é o paraiso….”
Das vezes que tive a oportunidade de visitar a Miami, diria como muitos brasileiros que moram na cidade, que não apenas a cidade mas o estado da Flórida compara-se ao Brasil que deu certo. Se você não falar inglês, mas se virar no portuñol, já está super bem em Miami, conseguirá hospedar-se, alimentar-se e fazer compras sem nenhum problema. Afinal Bienvenidos a Miami!
Os leitores assíduos do blog sabem que não sou branca, ou seja, sou negra, afro-descendente, preta, mas não sou branca, nem parda, nem mulata.Durante muito tempo me incomodou a noção de que toda mulher negra bonita, era basicamente mulata do Sargenteli ou de escola de samba ou fantasia sexual. E nós sabemos que isso ocorre.
O que me fez tocar nesse assunto, não tem ligação direta com a condição de ser mulher e negra e sim em como a sociedade cria mitos em cima de conceitos de raça, etnias, crenças, opções sexuais, entre outros.
Da mesma forma que cresci e não via muitos negros sendo representados de forma positiva na mídia, geralmente eram os escravos das novelas de época, os motoristas e domésticas das novelas das 8, amantes, prostitutas, etc… Não me recordo de ver nenhum oriental e aqui devo admitir que nem mesmo sei se esse é o termo correto, em novelas, etc… Na verdade, lembro que raramente quando apareciam eram retratados como bobos, sempre rindo e falando errado. Me corrijam caso discordem desse ponto que toquei.
Atualmente, assim como há mais negros na mídia, inclusive apresentando programas, tivemos durante anos a Glória Maria à frente no Fantástico, temos a Thaís Araujó apresentando o Bonita, entre tantos outros jornalistas em diferentes canais de TV, da mesma forma podemos ver mais orientais na mídia, como o programa Tribos apresentado pela Dani Suzuki, e o Pânico na TV que conta com a Sabrina Sato.
Me parece que como agora são novidade, estão se tornando de certa forma fetiche, na revista VIP desse mês, na capa vem escrito “Sabrina Sato o melhor da imigração japonesa”, e no comercial da Suzuki ela diz “Eu sou como a Suzuki: fabricada no Brasil com tecnologia japonesa”.
Não sei não, mas me parece que estamos caminhando para as “novas mulatas”. Eu não sabia o quanto de desaforos e piadas extremamente agressivas os descendentes de orientais escutam, certa vez conversando com a esposa de um amigo do meu marido, ela informou que quando mudou de São Paulo para o Rio, certa vez foi a praia com 2 amigas que vieram visitá-la, e um grupo de rapazes assumiu que por terem o olho puxado e serem três, aqui no Rio é raridade, que eram gringas e começaram a falar todos os tipos de barbaridade, inclusive em relação a posição do orgão genital das moças. No final, assustadas, ligaram para amigos irem encontrá-las na praia para irem embora sem serem importunadas.
Até ela me contar esse caso, eu imaginava que havia preconceito, mas nunca pensei que chegasse a esse ponto. Aos 30&Alguns tenho certeza absoluta que Sabrina Sato não está nem perto de ser o melhor da imigração japonesa (sem querer desmerecê-la), e para saber mais sobre a cultura japonesa, o centário da imigração japonesa, visite o blog Nihon Nikkei – Movimento Dekassegui.
Fui convidada pela Ana Paula para participar do Meme sobre regionalismos, a verdade é que no Rio se você tem uma cachanga afastada e tem que pegar um táxi pra chegar em casa, se der mole pode acabar gastando 1 galo na corrida, se for de ônibus tem que ver se o cocheiro vai parar no seu ponto, não pode ficar de borest, se não o maluco passa reto e ainda vem com um caô na hora de te acalmar.
Brother, a verdade é que hoje em dia não dá pra ficar de bobó e na night tem que se ligar que o bixo pega em certos picos, não é pra ir sozinho ainda mais se for cocota, aí não pode vacilar, tem que sair o bonde todo junto.
Vou bater a real, estou tentando fazer o bagulho aqui fazer sentido mas já tá ficando embaçado, então vou dar um vazare e passo a bola pra B, Mariano, Dani F, Ana Paula Dandolini, Andreh.
TRADUÇÃO:
cachanga – residência
der mole – não prestar atenção, descuido
1 galo – R$50
cocheiro – motorista
borest – bobeira
maluco – indíviduo
caô – mentira
Brother – amigo, indivíduo
bobó – bobeira
night – noite
bixo – situação
cocota – mulher
vacilar – não prestar atenção, descuido
bonde – grupo de pessoas
bater a real – falar a verdade
bagulho – nesse caso específico o meme
embaçado – atrapalhado
vazare – sair, ir embora
bola – nesse caso o meme
É engraçado como a gente leva um bom tempo para perceber que para que cada sonho que temos se realize, 99% das vezes dependemos de outras pessoas para nos ajudar a realizá-los.
Quando era pequena, todas as vezes que sonhei em ganhar um presente (o meu bebê, a bebezinho, a mimadinha, a barbie hair, a barbie face, a minha calói dobrável, meus vinis do Balão Mágico e assim por diante) dependia de alguém, geralmente dos meus pais ou do meu avô, que dava presentes excelentes.
Quando cresci, quando tinha vontade de sair a noite, sonhava em viajar com os amigos para Búzios, ter dinheiro para sair na night, frequentar a faculdade da cidade (decidi sair da UERJ por N motivos) e minha decisão de profissão era atrelada a uma faculdade particular, enfim continuei sonhando, mas dependendo dos outros para realizar os meus sonhos.
Todos nós dependemos de outras pessoas para realizarmos os nossos sonhos e muitas vezes nem reparamos, o pior é quando também não nos damos conta de todas as outras pessoas que dependem de nós para realizar o sonho delas.
O músico depende de um patrocínio inicial para poder compôr em paz e fazer seus shows. Sonha com a fama, que só é alcançada através do público. O público por sua vez tem o sonho de conhecer o artista, e quando consegue realizá-lo, mesmo que seja alguns minutos no MC Donalds se sente compensado.
O arquiteto, antes de ser arquiteto, na maioria das vezes tem frequentar boas escolas, fazer uma boa faculdade de arquitetura, para realizar o sonho de ter seu escritório, muitas vezes para ter o sonho realizado precisa da ajuda dos pais, e depois de formado com o sonho realizado, passa a realizar os sonhos dos outros.
E assim a vida segue, quem quer ter um filme finalizado, depende de outras pessoas para editar, colocar os efeitos, editar o som, ….
Todo aquele que escreve um livro e deseja publicá-lo depende de outras pessoas para realizar o sonho, precisa de um editor, ou dinheiro para editar sozinho ou ainda um amigo, parente, alguém interessado em ver a obra publicada e o sonho do amigo realizado.
Creio que devemos estar mais atentos a todos que nos ajudam a realizar nossos sonhos e também a todos que dependem de nós para realizar seus sonhos.
Afinal como já dizia Raul Seixas, “o sonho que se sonha só, é só o sonho que se sonha só, mas o sonho que se sonha junto é realidade”.