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Cartilha: Combate à Intolerância Religiosa

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo lançou no dia 21 de janeiro de 2010,  Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, uma cartilha informativa com o objetivo de explicar:

  • o que é religião
  • o que é liberdade religiosa
  • obrigações que o Estado e as pessoas têm para garantir que este direito seja respeitado por todos
  • quais as atitudes que devem ser tomadas em caso de discriminação pela religião ou pela falta dela
  • dispositivos legais que podem ser aplicados nesta situação
  • Instituições onde as vítimas podem buscar informações e atendimento no Estado de São Paulo.

As cartilhas estarão disponíveis no Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito e no prédio da Defensoria Pública do Estado, na Rua Liberdade, nº 32, a partid do mês que vem serão distribuídas em todas as unidades, em todo o Estado de São Paulo.

Aos 30&Alguns, informo que a cartilha também pode ser acessada na internet, no Portal da Defensoria.

Onde você guarda o seu racismo?

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A Defensoria Pública do Estado de São Paulo em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20.11, começou a distribuir uma cartilha elaborada pelo Núcleo de Especializado de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito, para informar a população sobre seus direitos e providências a serem tomadas em casos de discriminação, racismo ou preconceito.

A cartilha ainda informa sobre O direito à igualdade, previsto pela Constituição Federal, sobre o direito à diferença, que é a possibilidade de todos viverem segundo sua própria cultura e suas características pessoais, sem discriminação, também informa quais os dispositivos legais que podem ser aplicados nos casos em que ocorre a discriminação racial, ensina,todos os passos a serem percorridos por uma vítima de preconceito ou racismo, informa as diversas instituições onde as vítimas podem buscar informações e atendimento no Estado de São Paulo.

Aos 30&Alguns, informo que a a cartilha pode ser acessada online (aqui) ou nas unidades da Defensoria Pública, na Capital e no Interior.

03/12 – Dia Internacional do Deficiente Físico

25/11 – Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres

“A data foi reconhecida oficialmente pelas Nações Unidas (ONU) em 1999 e é uma homenagem às irmãs Mirabal, assassinadas a mando do ditador Trujillo, contra cujo governo na República Dominicana (1930-1961) haviam se rebelado.
Trata-se de umas das principais datas marcadas pela Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que inclui ainda 1º de dezembro (Dia Mundial de Combate à Aids), 6 de dezembro ( Massacre de Mulheres de Montreal) e 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos).” – fonte Unesco

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No dia 07.11, fui convidada para participar do evento do Lançamento Oficial da Rede de Blogs Mapfre Mulher, que ocorreu na Cozinha da Matilde em São Paulo e no final, recebi da Letícia Massula, dona do estabelecimento, distribuiu entre as participantes o material acima, que contêm 44 páginas e que ela, como advogada, participou da organização. O material explica detalhadamente a Campanha 16 dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres , realizada desde 1991, em 130 países e cujo slogan é “Uma vida sem violência é um direito das Mulheres!”.

Destaco algumas informações que encontrei e gostaria de compartilhar:

  • “Uma em cada quatro meninas sofrerá abuso sexual na infância ou na adolescência. E sabe-se hoje que a cada quatro adolescentes desaparecidos de casa, três são do sexo feminino, a maioria em fuga.” (Souza, 2000; Coletivo Feminino Plural, 2004)
  • “Sabe-se hoje que a exploração sexual de meninas é praticada em , pelo menos, 937 municípios brasileiros; e das cidades identificadas, 298 (31,8%) estão no Nordeste, 241 (25,7%) no Sudeste, 162 (17,3%) no Sul, 127 (13,6%) no Centro-Oeste e 109 (11,6%) no Norte”.
  • “Há um aumento de casos de mulheres jovens com HIV/Aids. Para cada adolescente homem (entre 14 e 19 anos), com Aids, já existem duas adolescentes infectadas”.(Ministério da Saúde)
  • “Os abortos praticados em condições precárias e complicações relacionadas ao parto constituem a principal causa de morte de jovens entre 15 e 19 anos de idade”. (Organização das nações Unidas)
  • “As mulheres jovens e afrodescendentes (de 15 a 25 anos), constituem a maioria das mulheres traficadas. As maiores de 18 anos são preferencialmente traficadas para outros países”. (Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, 2002)
  • “Além das condutas discriminatórias que atingem a população negra em geral, sobre as mulheres negras recaem estereótipos instituídos a partir das relações escravistas logo no início da História do Brasil. Desde a época em que o país ainda era uma colônia, as mulheres negras eram consideradas como objetos de uso sexual e, atualmente, têm sua imagem pejorativamente hipersexualizada nos meios de comunicação social”(ONG Maria Mulher)
  • “As meninas indígenas são recrutadas desde muito cedo para o trabalho doméstico e reduzidas à condição análoga a de escravas, e também para a exploração sexual e até o tráfico de drogas”. (Inbrapi)
  • “É bastante comum que jovens lésbicas sofram, em sua própria casa, espancamentos e outras agressões físicas, além de ofensas e desprezos, quando seus familiares descobrem sua orientação sexual … Não é raro ocorrer com lésbicas o “estupro corretivo”, quando homens (conhecidos ou não) forçam lésbicas a manter relação sexual, geralmente com muita violência para “ensina-las”o que é “correto”em tremos de sexualidade”.
  • “São diversas as formas de violência que as prostitutas sofrem cotidianamente. Começam pela linguagem adotada socialmente… Outra forma de violência vivenciada pelas prostitutas é a insistência da maioria dos especialistas, e também de alguns movimentos sociais, em dizer que elas são vítimas da sociedade e que nunca tiveram possibilidades de escolha profissional…A violência física quando ocorre, é apenas a parte visível de todas as agressões subjetivas que as prostitutas vivenciam em seu cotidiano”. (ONG Davida)
  • “A população prisional feminina do estado de SP é composta por mulheres jovens (77% têm menos de 35 anos), 53% delas são afro-descendentes, com baixo grau de escolaridade (84% não ultrapassaram o ensino fundamental/1ºgrau), com internações anteriores em instituições como a FEBEM (54%), histórico de violência conjugal (51%) e materniadade precoce (78% delas foram mães antes dos 21 anos)”. (Boletim do Dieese,2001)
  • “Das mulheres encarceradas, 82% têm filhos, e em apenas 20% dos casos os filhos estão com o pai, enquanto que 87% dos filhos de homens presos estão com as mães”. (Boletim Dieese, 2001)
  • “A prevalência do HIV?Aids dentro dos presídios femininos em SP está em torno de 18%, contra apenas 11% dos homens”. (Boletim Dieese, 2001)
  • “Do total de pessoas portadoras de deficiência no Brasil, 46% são mulheres, e como em outros segmentos, suportam um padrão específico de violência e discriminação por serem mulheres e deficientes. 1/3 das mulheres deficientes são analfabetas ou têm menos de 3 anos de estudo. Com relação mercado de trabalho, recebem menos que homens portadores de deficiência, que por sua vez, recebem menos que mulheres sem nenhuma deficiência”.(Associação Brasileira dos Portadores da Síndrome da Talidomida)
  • “No início da epidemia da Aids, a proporção de pessoas contaminadas era de 1 mulher para cada 25 homens. Atualmente, esta proporção é de quase uma mulher para cada homem”.
  • “A cada 15 segundos, uma mulher é vítima de violência no Brasil e os principais agressores são maridos, namorados, companheiros ou ex”.
  • “A estimativa de caso de estupro no Brasil é de cerca de 100 mil casos por ano”.
  • “Segundo a Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe (RSMLAC), as discriminações sofridas pelas mulheres ao longo da vida podem tornar a velhice feminina dolorosa, em especial nas camadas mais pobres da população”.
  • “As donas de casa pobres são duplamente violentadas, enfrentam a agressão física que machuca o corpo e a alma das mulheres, e as agressões psicológicas que também deixam suas marcas para toda a vida”.
  • “75% dos refugiados no mundo são mulheres e crianças. Este número tem aumentado devida às perseguições às mulheres, casamentos forçados, mutilações genitais, violência contra as mulheres e à utilização da violência sexual como arma de guerra”.
  • “Não existem dados específicos sobre situações de violência contra a mulher camponesa. A justificativa para tal ausência é a falta de recursos e pessoal qualificado na zona rural para este serviço”.
  • “A violência física e psicológica contra as trabalhadoras domésticas vem aumentando, sem que se tome as medidas no sentido de combater essa prática nociva a qualquer sociedade. A violência ocorre, principalmente no local de trabalho, e assume formas variadas: assédio moral e sexual, estupro, tortura psicológica, humilhações, agressões físicas e verbais, e também racismo”.
  • “Na esfera do trabalho (co)existem as diversas manifestações da violência contra as mulheres (violência física, sexual, psicológica, simbólica), algumas mais explicitas e visíveis, e outras onde nosso olhar moldado por uma cultura patriarcal, sexista, homofóbica e racista não consegue visualizar”.

Aos 30&Alguns, hoje no Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres, passe essas informações adiante, vamos conscientizar o próximo sobre a situação da mulher brasileira, assim, quem sabe, as pessoas possam mudar suas atitudes, até mesmo o seu silêncio diante de uma situação de violência com alguma mulher conhecida.

REALIDADE BRASILEIRA: Negro com carro bom? Só pode ser ladrão …

Aos 30&Alguns vejo que pouco mudou desde que eu era pequena, para saber o que penso, leia: Uma visão negra a respeito da situação do negro no Brasil. Lamentável, a verdade é que a preocupação da esposa é a mesma da maioria das mulheres em relação aos seus esposos e filhos negros.

Vídeo da semana: Você é forte? Nick Vujicic

Enviado via email por Vera Regina Siqueira, valeu Veroca!!!

Campanha do Agasalho 2009

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Aos 30&alguns peço para você ajudar a divulgar, seja nos comentários ou caso queira em seu blog, orkut, facebook,… a Campanha do Agasalho 2009 da sua cidade.

Para maiores informações no Estado de São Paulo, visite: www.campanhadoagasalho.sp.gov.br

De onde vem a comida que você come?

Você procura saber a origem do alimento que compra e leva para casa para se alimentar e alimentar a sua família?

Alguns anos atrás essa preocupação não atingia a maioria dos consumidores, que ficavam satisfeitos sabendo apenas o país de origem do produto comprado, mas não se preocupavam em saber em qual área daquele país o produto havia sido cultivado,etc, até que nos últimos anos começamos a ver e a ler nos noticiários casos de doenças relacionadas ao consumo de alimentos, doenças como salmonela, E.coli, problemas em fórmulas de alimentos para bebês e até mesmo em ração para cachorros.

Atualmente a maioria dos fabricantes de produtos no mundo, utilizam o código de barras ou chips de RFID para rastrearem seus produtos, mas qualquer um de nós, podemos tentar buscar informações online sobre muitas empresas.

Em Barcelona (Espanha),  a empresa FoodReg desenvolve softwares para rastrear o alimento e muitos fazendeiros e agricultores que tem noção da necessidade cada vez maior de ter uma transparência a respeito da fonte do alimento que vende, tem utilizado o serviço.

Sistema de rastreamento como esse facilitam o cálculo da distância que o alimento percorre para alcançar as prateleiras, permitindo assim que os consumidores mais ecológicos, calculem, por exemplo, a quantidade de emissão de gás de efeito estufa que foi lançado pelo transporte desse alimento.

Segundo matéria da  New Scientist, Simon Kelly do Instituto de Pesquisa de Alimento em Norwich (Reino Unido), e seus colegas usam análise de isótopo de frango para verificar onde e como as aves foram cultivadas. A relação de isótopos de carbono  mostra a quantidade de milho que as aves foram alimentadas comparada a outros grãos, enquanto isótopos de hidrogênio revelam a quantia de chuva que ocorreu no local onde estavam sendo criadas. Com a combinação do resultado destes e outros isótopos os pesquisadores conseguem identificar aves Européias e distinguí-las das aves cultivadas na Ásia ou na América do Sul, além de identificar (85%) a origem de 21 locais na Europa.

O blog Fair Tracing Project, uma iniciativa online que tem como objetivo publicar como os fazendeiros em países do terceiro mundo são tratados pelas empresas multinacionais que vendem os mesmos produtos, é uma ferramente onde os  fazendeiros utilizando seus celulares podem tirar fotos ou filmar vídeos e carregar online e assim mostrarem para o mundo a situação real do local onde vivem. O vinho chileno e o café indiano já foram diagramados pelo projeto.

Nos EUA, já há vários aplicativos para celulares, como o  Good Guide, que possibilitam o consumidor verificar as origens de certos alimentos, que classifica os produtos de acordo com o ambiente, saúde e medidas sociais, já o aplicativo Locavore, que utiliza um sistema de GPS do iPhone para detectar onde o consumidor está e então exibe uma lista com os alimentos locais que estão na estação e os fazendeiros mais próximos do mercado.

E aqui no Brasil, o que é feito? Como é o comportamento dos consumidores?

O consumo de produtos orgânicos tem crescido aos poucos, esses produtos agrícolas são cultivados sem defensivos químicos, o problema que o consumidor encontra é a diferença no preço entre um orgânico e o que a maioria está acostumado a consumir e em um país onde o salário mínimo não atinge nem R$500, para a maior parte da população o consumo desses produtos se torna um luxo que não podem sustentar.

Parece que estamos atrasados, mas estamos caminhando, pois em um mercado globalizado quem não se moderniza e acompanha a evolução acaba perdendo oportunidades e é pensando nisso que algumas iniciativas interessantes já apareceram.

A Tetra Pak, fabricante de embalagens longa vida, anunciou esse mês o “Rastreabilidade Ativa Tetra Pak“, um sistema que permite ao consumidor final ter acesso a informações do produto comercializado em embalagens da companhia.

No sul do país, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) criou o certificado “Carne do Pampa Gaúcho da Campanha Meridional” que é um Selo de Identificação de Procedência, ou seja, “é um conceito que associa produtos e serviços a um determinado padrão de qualidade, característico de uma região específica“.

Na Bahia ocorre a Produção Integrada de Frutas (PIF), “um sistema moderno de produção onde “os produtos são certificados por empresas que realizam auditorias nas propriedades que aderem ao sistema e o selo tem a chancela oficial do Mapa e do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).”

No Safra News, li a informação que as redes de supermercado “Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart suspenderam a compra de carnes de 11 frigoríficos, apontados pelo MPF (Ministério Público Federal) do Pará como comercializadores de gado criado em área de devastação da Amazônia.”

Creio que ainda temos  um caminho longo a trilhar em rumo a maiores informações nos alimentos que compramos e aos 30&Alguns sugiro alguns links e pergunto: você costuma se informar sobre a procedência do alimento que compra?

Sauditas denunciam presença de melamina em leite da Nestlé

China detecta melamina em leite líquido de três marcas

Autoridades italianas apreendem mil litros de leite com melamina

Autoridades do Suriname encontram melamina em leite importado da China

Vietnã acha melamina em leite e biscoitos importados da Austrália e Malásia

Filipinas: Vestígios de melamina encontrado em dois tipos de bolachas importadas da China

Áustria: autoridades encontram bebida láctea chinesa com melamina

Coréia do Sul encontra melamina em produtos com ovo

China: 294 mil crianças doentes por causa de melamina no leite

Depois do leite, agora ovos são contaminados na China

Ração contaminada mata 1.500 cães na China

Animais domésticos são mortos por comida enlatada envenenada nos EUA

TREZENTAS PESSOAS SOFREM INTOXICAÇÃO ALIMENTAR EM SC

Vírus da diarréia infecta 2 milhões e sobrecarrega hospitais britânicos

Ostras contaminadas envenenam pessoas em Cingapura

Vírus atinge 200 pessoas a bordo de um cruzeiro nos EUA

Holanda registra segundo caso de mal da vaca louca em humanos

Pra morrer basta estar vivo

Uma amiga do meu irmão, moradora da cidade de São Paulo, foi visitar o namorado em São Gonçalo, cidade localizada no estado do Rio de Janeiro, e tudo ia muito bem até que resolveram passar na lanchonete do bairro e comer algo.

Quando estavam escolhendo o que pedir, entrou um senhor aparentando uns 80 anos de idade, e começou a encará-la, sem parar, e ela, logicamente começou a ficar incomodada com a situação, mas permaneceu calada.

Depois que ela e o namorado receberam o pedido e sentaram na mesa, o senhor que ainda permanecia encarando-a resolveu sentar-se na mesa do casal e continuar encarando-a, quando o namorado, cansado da atitude, resolveu informar ao idoso que era para parar com isso, que não era porque ele tinha uma certa idade que não iria apanhar dos outros por faltar ao respeito, quando de repente…  simplesmente o senhor que aparentava uns 80 anos, sacou um revolver e perguntou para o rapaz se ele queria morrer.

Nisso, começou uma luta corporal para retirar o revolver da mão do idoso, o rapaz conseguiu, saiu correndo com a namorada e o revolver, chegou em casa, ligou para a polícia, informou o ocorrido, investigaram e descobriram que o senhor era ex-policial, devia estar aposentado ou algo parecido e ao confrontá-lo ele simplesmente não lembrava de nada.

Aos 30&Alguns, nos dias de hoje o melhor a fazer é seguir o conselho do meu irmão, quando alguém do nada vem invocar com você, provavelmente essa pessoa não tem nada a perder e não tem boas intenções, ao invés de encarar ou tentar descobrir o que esse indivíduo quer, o melhor a fazer é sair de onde você está e ir para outro lugar, simplesmente ir em direção contrária a essa vibe negativa, afinal para morrer, basta estar vivo.

SulAmérica Seguros

Sábado passado, meu marido, minha mãe e eu, estávamos na região do ABC Paulista, quando o carro pifou, na hora (14:15) acionei o seguro, passei os dados do veículo, os meus, a localização, etc e fui informada que até as 15h o Reboque chegaria.

Como estávamos em três pessoas, seria necessário um táxi, que o próprio seguro se encarrega de enviar. Meu marido então, que passou a falar com a atendente, pediu que o táxi fosse enviado antes, assim, minha mãe e eu voltaríamos logo para casa, enquanto o maridão esperaria pelo reboque.

Às 14:33 o reboque chegou e nada do táxi, achei estranho, pois estávamos em uma área bem movimentada e no máximo em 10 ou 15 minutos o carro deveria ter chegado. A atendente informou que eu deveria esperar até 14:50, achei estranho, mas estava acompanhada e resolvemos esperar.

Às 15h liguei novamente para a SulAmérica e fui informada que em 5 minutos o carro estaria chegando. Resumindo a história, liguei mais algumas vezes e era sempre a mesma resposta.

Informo que quando o carro chegou, para minha surpresa, ao perguntar o motivo da demora, afinal ele havia chegado às 15:32h, o taxista informou que veio de São Paulo, que quando recebeu o chamado estava na Avenida Paulista, ou seja, a atendente sabia desde o início que tranquilamente eu teria que esperar no mínimo uns 40 minutos. Como ele não trabalha na região do ABC, ainda levou mais tempo e ao perguntar o por que disso, ele informou que “acha” que a seguradora teve problemas com os taxistas do ABC.

Sendo assim, quem tem seguro SulAmérica, se necessitar de táxi, tem que esperar um táxi vir de São Paulo para levá-lo para casa. No meu caso, não era nem 20 minutos de onde eu estava, mas como a atendente dizia a todo momento que estava chegando, eu acreditei e como mudei a pouco tempo, não tinha noção da proximidade de onde eu estava com a minha residência.

Aos 30&Alguns, posso dizer que o  seguro é bom, mas o serviço de táxi, específico para essa região, ao meu ver, não serve para nada, é mais fácil o associado pegar um táxi por conta própria, o que eu deveria ter feito.

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