Todas as cenas de morte dos filmes de Quentin Tarantino

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Exposição Cena Raul Cruz [Curitiba]

SESI CULTURA PR apresenta:  Cena Raul Cruz A exposição Cena Raul Cruz apresenta ao visitante uma abordagem abrangente da obra de Raul Cruz ao apresentar simultaneamente parte de sua produção de pinturas, More »

Teatro Nos Parques Nacional de Curitiba

TEATRO NOS PARQUES PERCORRE CURITIBA DE 16  A 31 DE AGOSTO Patrocinado pelo Grupo CCR, realizado via Lei de Incentivo do Ministério da Cultura, o projeto Teatro nos Parqueschega a Curitiba  de More »

Centro Cultural SESI PR apresenta: VOZES DA CIDADE

O Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França promove de agosto a dezembro de 2014, o Projeto VOZES DA CIDADE, com apresentações gratuitas. Os shows acontecerão duas quintas por mês, com música More »

Espetáculo de Dança: Sem o que você não pode viver? [Curitiba]

O solo de dança contemporânea SEM O QUE VOCÊ NÃO PODE VIVER?, que chega a Curitiba  através da Circulação Nacional 2014, Lei Rouanet/ Ministério da Cultura,  é um testemunho particular a partir More »

 

Todas as cenas de morte dos filmes de Quentin Tarantino

Vídeo com todas as cenas de morte dos filmes de Quentin Tarantino:

Lista de filmes:
- Cães de Aluguel (Reservoir Dogs) 1992
- Pulp Fiction – 1994
- Jackie Brown – 1997
- Kill Bill vol. 1 – 2003
- Kill Bill vol. 2 – 2004
- Á Prova de Morte (Death Proof ) – 2007
- Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds) – 2009
- Django Livre (Django Unchained) – 2012

Música: Didn’t I (Blow your mind this time) – The Delfonics

Exposição Cena Raul Cruz [Curitiba]

SESI CULTURA PR apresenta:  Cena Raul Cruz

A exposição Cena Raul Cruz apresenta ao visitante uma abordagem abrangente da obra de Raul Cruz ao apresentar simultaneamente parte de sua produção de pinturas, desenhos, gravuras, teatro, performance e textos.

O desejo da exposição e de seus desdobramentos é  construir diálogos entre as linguagens, buscar uma pluralidade de discussões poéticas e conceituais do artista e estabelecer novas leituras de seu importante legado artístico. Junto a essa construção curatorial outro objetivo é o de reposicionar-se frente às décadas de 80 e início de 90 no Brasil, a suas transformações sociais e políticas, e construir outras narrativas da história da arte além das leituras já tornadas hegemônicas, seja local ou nacionalmente. O espaço expositivo é permeado por textos de alguns críticos e artistas dialogando momentos específicos de sua obra.

Além da exposição, serão apresentados alguns diálogos artísticos com outras poéticas dos anos 80 e 90, como Luiz Henrique Schwanke, José Leonilson e Hudinilson Jr. e, dessa maneira, ensaiar similaridades e diferenças na produção das artes visuais nacionais.

Juntamente com estas ações, a exposição Cena Raul Cruz estabelece diálogos e continuidades com organizações culturais da cidade de Curitiba, expandindo sua problemática e incitando pensamentos vivos entre artistas de diversas linguagens na cidade – Cia. Senhas, Casa Selvática, Bicicletaria Cultural, Editora Medusa e Inusitada Cia estarão presentes com programações artísticas específicas e em sintonia com a exposição. Além das ações citadas, um catálogo será lançado no início de 2015 com uma antologia de textos sobre Raul Cruz, base para futuras pesquisas e uma reflexão mais densa sobre sua exposição.

 

SERVIÇO:

EXPOSIÇÃO CENA RAUL CRUZ

Curadoria Paulo Reis

Produção: Elenize Dezgeniski e Luana Navarro

Visitação: De 24 de agosto a 19 de outubro de 2014 | de quarta a domingo, das 10h às 18h

Centro Cultural Sistema Fiep

Av. Cândido de Abreu, 200 – Centro Cívico – Curitiba/PR

Entrada franca

Teatro Nos Parques Nacional de Curitiba

TEATRO NOS PARQUES PERCORRE CURITIBA DE 16  A 31 DE AGOSTO

Patrocinado pelo Grupo CCR, realizado via Lei de Incentivo do Ministério da Cultura, o projeto Teatro nos Parqueschega a Curitiba  de 16 a 31 de agosto.  Serão dezesseis apresentações em parques de fácil acesso à população, que poderá assistir a seis espetáculos do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Depois de Curitiba, o projeto volta para São Paulo (onde iniciou a edição nacional, em março deste ano) e finaliza em Salvador. No total, serão 96 apresentações de 38 espetáculos, durante 08 meses.

A abertura, sábado (16) no Parque Barigui, fica por conta do grupo Clã – Estúdio das Artes Cômicas (SP), com o espetáculo Água e do grupo Arte da Comédia (PR), com Aconteceu no Brasil, enquanto o ônibus não vem. Domingo (17) acontece no Parque São Lourenço os espetáculos: A Fantástica Trupe em… A Princesa Engasgada com A Peste Cia. Urbana de Teatro (SP) e  Aconteceu no Brasil, enquanto o ônibus não vem com o grupo Arte da Comédia (PR).

O projeto segue com apresentações das companhias: Cirquinho do Revirado (SC) com Amor por Anexins e Núcleo Ás de Paus (PR) com A Pereira da Tia Miséria no Parque Atuba, dia 23 de agosto.  O Parque Bacacheri recebe no dia 24 de agosto os espetáculos: Cadê meu Nariz? com o grupo O que de Que (SP) e A Pereira da Tia Miséria com o Núcleo Ás de Paus (PR).

Para encerrar a programação, no sábado (30/8), o grupo  Serial Cômicos (PR) apresenta A Farsa do Boi ou o Desejo de Catirina no Passeio Público e no domingo (31/08), acontece no Parque Barigui o espetáculo Conto de Todas as Cores com o grupo Teatro Girandolá (SP).

 

Teatro Nos Parques Nacional

Este ano o Teatro nos Parques se torna o maior circuito de Teatro de Rua do país. O projeto, que já tem sua edição no estado de São Paulo, agora passa a ter também uma edição nacional em seis capitais brasileiras: Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, somando 98 apresentações de 38 grupos teatrais

Será que as mulheres são penalizadas ao buscar horario flexível no trabalho?

Uma nova pesquisa sugere que as mulheres podem ser penalizadas quando pedem horas de trabalho mais flexíveis ou trabalhar de casa, afinal hoje em dia é bem complicado  trabalhar em horários tradicionais e cumprir as responsabilidades familiares.

De acordo com um estudo apresentado na 109 reunião anual da American Sociological Association, essas mulheres são menos propensas que os homens a ter seus pedidos aprovados e também são vistas como menos simpáticas e comprometidas com seus empregos.

Os resultados sugerem que simplesmente defender situações de trabalho flexíveis para melhorar o equilíbrio entre vida social e trabalho não reduz a diferença salarial entre homens e mulheres, segundo pesquisador Christin Munsch, psicólogo social da Universidade Furman, em Greenville, South Carolina.

De acordo com o Bureau of Labor Statistics, nos EUA, em 2012, as mulheres ganhavam 81 centavos para cada dólar ganho pelos homens, os pesquisadores documentaram uma “penalidade a maternidade”, onde as mães que trabalham são sistematicamente discriminadas em seus empregos. Os homens têm um “bônus paternidade,” normalmente são vistos como mais responsáveis e comprometidos com o trabalho depois de ter um bebê, e os homens que, voluntariamente, cuidam de seus filhos enquanto ainda estiverem trabalhando em tempo integral podem ganhar uma “medalha de mérito progressista”.

Dezenas de estudos têm mostrado que as mulheres geralmente carregam o peso das responsabilidades domésticas e de cuidados infantis. Os homens estão, mais frequentemente, livres para irem em viagem de negócios de última hora ou para ficar longas horas no escritório.

Nesse cenário, alguns pesquisadores têm empurrado arranjos de horário de trabalho flexível, em que as mulheres podem trabalhar horas não tradicionais ou em casa, como as possíveis soluções para ajudá-las a equilibrar essas responsabilidades concorrentes e nivelar a diferença salarial entre os sexos, permitindo-lhes permanecer no local de trabalho.

Para ver como tais acordos de horário flexível são percebidos, 646 pessoas, com idades entre 18 e 65 anos, no mercado de trabalho crowdsourcing Mechanical Turk foram convidadas a ler as transcrições dos cenários de trabalho (eles foram informados de que eram reais), em seguida, convidados a avaliar o empregado de vários fatores e dizer se iria conceder o pedido.

Nas transcrições, um trabalhador – “Kevin” ou “Karen” – pediu ao seu representante de recursos humanos se eles poderiam ou entrar e sair mais cedo três dias por semana, ou para trabalhar em casa dois dias por semana. Os trabalhadores fictícios requerente o regime seja citado necessidades de cuidados infantis, tais como pegar uma criança em idade escolar do ônibus, ou disseram que queriam reduzir o consumo de carbono ou treinar para uma corrida de resistência de ciclismo.

Solicitando horário flexível por razões familiares era visto de forma mais positiva do que para os outros motivos. No geral, 69,7 por cento dos participantes disseram que iriam aprovar os pedidos de horário flexível de cuidados infantis de homens, enquanto apenas 56,7 por cento iria conceder pedidos de mulheres. Sobre 24,3 por cento acharam que o homem era “extremamente simpático”, em comparação com apenas 3 por cento que disseram o mesmo sobre a mulher. E apenas 2,7 por cento expressaram dúvidas sobre o compromisso do homem em relação ao trabalho, em comparação com 15 por cento das mulheres.

Isso pode ser porque as pessoas imaginam cenários muito diferentes para homens versus mulheres.

As pessoas pensam que as mulheres devem ser totalmente envolvidas com seus filhos se eles estão em casa – levando-os para museus de ciência ou brincar com eles ou ajudá-los com a escola.

Os resultados sugerem que as mulheres são vistas mais negativamente quando pedem arranjos de horários de trabalho flexíveis, e que por si só, horário flexível pode potencialmente aumentar a desigualdade de gênero no local de trabalho.

Ainda assim, o horário flexível é bom para os trabalhadores e suas famílias, e existem maneiras que as empresas podem minimizar o efeito desses preconceitos de gênero.

As empresas podem se mover em direção de políticas consistentes que são aplicadas automaticamente em determinadas situações ou circunstâncias, em vez de usar os instintos de um chefe para esses arranjos nos horários e formas de trabalho.

Ao ser avaliado pelo desempenho ou promoção, as empresas também devem contar com critérios mais objetivos, como horas trabalhadas ou documentos escritos.

Se nos EUA é assim, não consigo imaginar como seja no Brasil, creio que deve ser pior. Estamos em 2014 e ainda existe um preconceito enorme em relação as mulheres e o mercado de trabalho. O que me impressionou na pesquisa é que as pessoas que participaram da pesquisa foram na sua maioria propensas a julgar as mulheres por pedirem algo que iria melhorar sua vida pessoal e profissional, afinal que mãe não trabalha melhor quando consegue conciliar a responsabilidade com os filhos e lar com o trabalho?

Você conhece pessoas no Brasil que tenham conseguido horário flexível no trabalho ou até mesmo trabalhar de casa quando foi até o RH e explicou que necessitaria dessas condições para produzir mais no emprego?

Via.

Centro Cultural SESI PR apresenta: VOZES DA CIDADE

O Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França promove de agosto a dezembro de 2014, o Projeto VOZES DA CIDADE, com apresentações gratuitas. Os shows acontecerão duas quintas por mês, com música curitibana da melhor qualidade.

“Vozes da cidade” foi idealizado com o intuito de promover um espaço para música popular urbana, destinado aos compositores, músicos e intérpretes de canções na cidade de Curitiba.

Para a primeira edição deste projeto, foram convidados  artistas que desenvolvem trabalhos autorais na cidade e que tem um trabalho recentemente lançado.

“A ideia do projeto é fazer um pequeno recorte da produção musical de Curitiba, que vive um momento de efervescência ”, diz Téo Ruiz, que ao lado de Vilma Ribeiro e Estrela Leminski, é responsável pela curadoria do evento.

As apresentações possibilitarão encontros inusitados entre os músicos (duos e trios) em uma  atmosfera bastante  intimista. Um encontro entre artistas e entre artistas e público.

Confira a programação completa:

14/08 às 20h: ROGÉRIA HOLTZ E MURILO DA RÓS

28/08 às 20h: ANA LAROUSSE E LEO FRESSATO

11/09 às 20h: DU GOMIDE E GUSTAVO PROENÇA

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